Ver que horas são, checar emails, dar uma espiada no Facebook e no Instagram, ler o WhatsApp ou simplesmente desbloquear a tela só para voltar a bloqueá-la em seguida.Você já parou para pensar quanto tempo por dia passa diante do celular? E quanto desse tempo foi realmente bem empregado?
Usar celular no trabalho pode gerar demissão. E mais: por justa causa nos casos mais graves.
O motivo é simples, cada vez mais viciados nos smartphones, os usuários não conseguem desgrudar seus olhos e dedos da tela estejam eles em casa, em trânsito, em aula, em situações sociais e também no trabalho.
Na prática a pessoa que se esconde pelas fronteiras das baias, atrás de máquinas, divide a atenção entre tarefas profissionais e o celular, ou o médico que, antes de começar o atendimento, passa segundos hipnotizado pela tela, o caixa de supermercado, que esconde o aparelho, navegando enquanto o cliente digita a senha. O vigilante da rua mais atento ao Facebook do que às movimentações do mundo offline. O manobrista, que prioriza os memes aos motoristas. A manicure, dividida entre cutículas e updates….e assim vai.
Essa espécie de vício ganhou até um nome: o medo irracional de perder acesso ao celular tem sido chamado de “nomofobia”, do inglês “no mobile phone phobia”, ou fobia de não ter telefone móvel.Não é considerado uma doença ou mesmo um transtorno psicológico, mas pode gerar incômodos tanto no ambiente de trabalho quanto nos relacionamentos pessoais.
As regras são ser claras, mas vale também o bom senso: o colaborador é pago por seu tempo de trabalho e, se estiver trocando mensagens pessoais durante o expediente, não está trabalhando.
Tome muito cuidado se o celular atrapalha seu desempenho e compromete segurança.
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