Se perguntassem se você é introvertido ou extrovertido, o que você responderia? A maioria das pessoas se identifica como um adjetivo ou outro sem pensar duas vezes. Afinal de contas, são características totalmente opostas. Mas você pode realmente ser extrovertido ou introvertido? E será que há algum benefício em nos identificar como um, e não como o outro?
Simplificando, introvertidos buscam energia internamente e preferem ambientes menos estimulantes. Já a extroversão se caracteriza pelo interesse em coisas exteriores. Grosso modo, o extrovertido se sente energizado pelas pessoas ao seu redor e prefere ambientes mais estimulantes.
Embora a gente diga, cheios de certeza, que somos extrovertidos ou introvertidos e vejamos esses traços como partes essenciais de nossa identidade, as definições de Jung não eram tão polarizadas. Na visão dele, nós temos de buscar energia tanto fora quanto dentro para sermos pessoas plenas.
E como se aplicam esses conceitos em nosso dia a dia?
Por exemplo, estudos indicam que os introvertidos acham que não teriam sucesso, que cargos de chefia não são para eles. E isso pode fazer com que uma pessoa introvertida jamais concorra a uma vaga de liderança, achando que essa vaga seria um posto perfeito para um extrovertido. Lembrando de Jung, temos que considerar que as pessoas não estão restritas a apenas a um tipo de personalidade. Estudos também sugerem que as preocupações de um introvertido sobre ocupar um cargo de liderança, são infundadas.
Que ver na íntegra esse conteúdo? Veja o vídeo que trouxemos de Camilla Veras Mota explicando por que o psiquiatra suíço Carl Jung, que popularizou os termos introversão e extroversão no começo do século passado, que provavelmente ficaria “horrorizado” com a interpretação que fazemos deles hoje em dia e o que saber desses conceitos pode nos ajudar na carreira e em nossas vidas.

