Estamos nos primeiros dias de 2026. A folhinha do calendário virou e, com ela, vem aquela sensação de um horizonte vasto pela frente.
Muitas vezes, carregamos o início do ano com uma mochila pesada de “tem que”: tem que bater metas, tem que mudar de vida, tem que ser produtivo o tempo todo. Mas e se a gente começasse este ciclo com mais gentileza?
Olhe para este ano como um caderno com folhas em branco, mas lembre-se que você não precisa escrever a história toda no primeiro capítulo. Não existe atraso quando estamos respeitando o nosso próprio tempo.
Que você possa fazer planos, sim. Sonhar é vital. Mas que esses planos venham acompanhados de respiros. Que haja espaço para o improviso, para o descanso e para mudar de rota se for necessário.
Escrever novas páginas não significa ter a letra perfeita o tempo todo, mas sim ter a coragem de continuar a narrativa, um dia de cada vez, no seu ritmo.
Bem-vindo, 2026. Que seja leve.




