Véspera não é sobre o que falta fazer, é sobre o que a gente escolhe deixar ir.
Neste último dia, o mundo insiste para que a gente planeje, prometa e controle. Mas a verdade é que a vida acontece no silêncio entre uma respiração e outra. É nesse intervalo, entre o que fomos e o que seremos, que mora a nossa liberdade.
Para 2026, que a gente não leve o peso de precisar ser “novo”, mas o alívio de ser real. Que a bagagem seja leve, feita apenas de encontros que aquecem, de paciência com os próprios tropeços e da coragem de não ter todas as respostas.
O futuro não é uma lista de metas a serem batidas, é um território para ser descoberto com os pés descalços. Hoje, apenas silencie a pressa. Sinta o agora. Você já é tudo o que precisa para começar o que vier.

