Nos últimos anos, a sigla ESG — que reúne os pilares Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança) — se tornou uma das principais referências do mundo corporativo. Embora muitas vezes associada a relatórios ou metas de sustentabilidade, o verdadeiro significado do ESG vai muito além disso: ele começa nas atitudes diárias de cada colaborador.
Na prática, adotar princípios ESG é agir com consciência e responsabilidade, dentro e fora da empresa. É entender que o impacto positivo não depende apenas de grandes projetos, mas de pequenas decisões repetidas com consistência.
O E: cuidar do ambiente é parte do trabalho
O pilar ambiental é o mais conhecido — e talvez o mais visível. Ele envolve desde ações amplas, como gestão de recursos naturais e eficiência energética, até gestos simples, como reduzir desperdício, separar corretamente os resíduos e desligar luzes e equipamentos quando não estão em uso.
Economizar energia e água não é apenas uma questão de custo, mas de respeito ao planeta e às gerações futuras. Na Golin, práticas como o reaproveitamento de materiais, o controle de consumo de insumos e o incentivo à coleta seletiva já fazem parte do cotidiano industrial e administrativo.
Cada colaborador tem papel ativo nisso: ao cuidar de uma ferramenta, ao evitar o desperdício de insumos, ao usar racionalmente os equipamentos, contribui para a redução de impacto ambiental — e para a construção de uma cultura de responsabilidade compartilhada.
O S: o valor humano por trás dos processos
O pilar social trata das pessoas — o centro de toda empresa. Ele se manifesta no respeito às relações, na promoção de um ambiente seguro e acolhedor, e no desenvolvimento profissional.
Significa trabalhar com empatia, valorizar o colega, praticar a escuta e agir com ética em todas as situações.
Quando o colaborador cuida da segurança, usa os equipamentos de proteção, ajuda um colega ou compartilha conhecimento, ele está fortalecendo o lado social do ESG.
Também fazem parte desse pilar as ações internas que promovem educação, saúde, qualidade de vida e diversidade de talentos, que tornam o ambiente corporativo mais equilibrado e humano.
Pequenos gestos, como respeitar as regras de segurança, manter o local de trabalho organizado e tratar todos com cortesia, criam um impacto positivo que vai muito além da fábrica ou do escritório.
O G: governança começa na conduta de cada um
O terceiro pilar, governança, é o que garante coerência e confiança. Trata-se da forma como a empresa é gerida — com ética, transparência, responsabilidade e cumprimento das normas.
Mas a governança não é apenas uma tarefa da diretoria. Ela começa em cada decisão individual: cumprir prazos, agir com honestidade, seguir procedimentos e manter o cuidado com as informações.
A integridade é o alicerce que sustenta todos os outros pilares. Quando cada colaborador faz o que é certo mesmo sem supervisão, ele está praticando governança.
Sustentabilidade é cultura, não discurso
A sustentabilidade real não está apenas em programas ou certificados, mas na consciência coletiva.
A Golin, ao longo de sua trajetória, construiu uma cultura baseada em valores sólidos: respeito, responsabilidade e busca constante pela excelência. Essa cultura é o que dá sentido ao ESG — não como moda ou obrigação, mas como parte natural da forma de ser e trabalhar.
Empresas sustentáveis são aquelas que equilibram resultados e propósito. E isso se alcança quando todos, independentemente da função, agem de maneira coerente e responsável.
O poder das pequenas atitudes
Separar o lixo corretamente. Economizar energia. Respeitar o colega. Cumprir prazos. Usar EPIs. Reportar irregularidades.
Cada uma dessas atitudes pode parecer simples isoladamente, mas juntas elas criam uma base sólida para a sustentabilidade corporativa. O futuro das empresas — e do planeta — depende dessa soma de pequenas escolhas conscientes.
Cuidar do ambiente, das pessoas e da ética é uma forma de dizer, na prática: “eu também faço parte dessa construção.”

